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(Arquivo) O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, fala sobre o aplicativo Messenger, em San Francisco, no dia 25 de março de 2015

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O Facebook anunciou na quarta-feira que seu aplicativo móvel de mensagens Messenger ultrapassou a barreira de um bilhão de usuários, um marco fundamental para a rede social americana, que busca expandir a plataforma para novos serviços.

O crescimento do Messenger aumenta o alcance do Facebook, que está trabalhando para criar uma "família" de aplicativos para além da rede social.

"Como parte desta jornada para um bilhão, nós nos concentramos em criar as melhores experiências possíveis em comunicações dos dias atuais", disse o vice-presidente do Facebook, David Marcus, em comunicado.

"Continuamos focados em ajudar a conectar as pessoas com as pessoas e as empresas que mais importam", acrescentou.

O Facebook tem mais de 1,6 bilhão de usuários e o WhatsApp, outro aplicativo de mensagens comprado em 2014 pela rede social líder por cerca de US$ 20 bilhões, também conta com mais de um bilhão de usuários.

Outros serviços da "família" Facebook incluem o aplicativo Instagram, usado por mais de 500 milhões de pessoas para compartilhar imagens, e o Oculus, equipamento de realidade virtual para jogos eletrônicos.

Marcus disse à AFP que os principais mercados do Messenger incluem a América do Norte, Austrália, Reino Unido, França, Filipinas, Tailândia e vários outros países europeus.

O Facebook tem trabalhado para fazer do Messenger uma "plataforma" com outros serviços, como os automatizados "bots", que fornecem notícias e se conectam com empresas, por exemplo. Marcus disse que o Messenger tem cerca de 18.000 bots ativos e continua expandindo a plataforma.

O Messenger pode contribuir como fonte de rendimentos porque mantém os usuários no ecossistema do Facebook, onde podem ser alvo de anúncios.

"Vamos ver o que acontece nos próximos meses, mas eu acho que uma vez que você tem um ecossistema que começa a trabalhar entre empresas e tantos usuários no Messenger, vamos encontrar mais vetores de monetização no futuro", disse Marcus.

"Mas não estamos na etapa de correr para obter benefícios econômicos", acrescentou.

O WhatsApp, que é administrado de forma independente, não aceita publicidade, mas está explorando maneiras de permitir que as empresas o usem para se conectar com os clientes.

Segundo a companhia, o Messenger é o segundo aplicativo mais popular no sistema iOS da Apple, atrás do próprio Facebook.

O Facebook disse que mais de 17 bilhões de fotos são enviadas para amigos através do Messenger todos os meses, e que os usuários do aplicativo já jogaram 1,2 bilhão de partidas virtuais de basquete.

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AFP