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Apreendidos 117 fuzis na casa de amigo de suposto assassino de Marielle

Fuzis, dinheiro e outros equipamentos apreendidos na casa do amigo do sargento da PM reformado Ronnie Lessa - detido por suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora do PSOL Marielle Franco são exibidos no QG da Polícia Civil no Rio de Janeiro, 12 de março de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 12. março 2019 - 23:05
(AFP)

Um arsenal de 117 fuzis novos, sem o cano, foi encontrado nesta terça-feira (12) em uma batida em uma residência no Méier, zona norte do Rio de Janeiro, no âmbito da investigação sobre o assassinado da vereadora Marielle Franco, informou a Polícia Civil.

Os fuzis M-16, assim como 500 munições, foram encontrados na casa de um amigo do policial militar reformado Ronnie Lessa, detido como suposto autor dos disparos que mataram, em março de 2018, Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, informou um assessor de imprensa da Polícia Civil.

O armamento foi exposto na sede da Divisão de Homicídios da Polícia Civil. Segundo o porta-voz, trata-se da maior apreensão de fuzis da história do Rio de Janeiro, um recorde que até agora remontava a junho de 2017, quando 60 AK 47, G3 e AR-15 foram encontrados no terminal de carga do Aeroporto Internacional do Galeão, escondidos em equipamentos para piscinas procedentes de Miami.

O funcionário da Polícia informou que a descoberta desta terça-feira abria uma nova linha de investigação sobre a possibilidade de Lessa ser "um traficante de armas".

O dono da casa revistada, identificado como Alexandre Mota de Souza, afirmou que Lessa era um amigo de infância que tinha confiado as caixas com os fuzis, sem que ele soubesse o que continham, de acordo com o portal de notícias G1.

Lessa foi detido na terça-feira junto com o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, suposto condutor do carro de onde partiram os disparos que mataram a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

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