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Uma das maiores personalidades da televisão americana acusou a Fox News de proteger o ex-apresentador Bill O'Reilly diante de acusações de assédio sexual

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Uma das maiores personalidades da televisão americana acusou a Fox News nesta segunda-feira (23) de proteger o ex-apresentador Bill O'Reilly diante de acusações de assédio sexual.

Em seu programa na NBC, a ex-âncora da Fox Megyn Kelly disse ter enviado um e-mail para diversos executivos da Fox News em novembro de 2016 para expressar sua indignação com o suposto comportamento de O'Reilly.

Seus comentários vêm depois que o New York Times relatou no sábado que em janeiro O'Reilly, que foi demitido, fez um acordo de 32 milhões de dólares com a assessora legal da Fox, Lis Wiehl, por uma acusação de assédio sexual. Meses depois ofereceram a ele um novo contrato, mas O'Reilly foi novamente forçado a sair depois que o Times revelou detalhes de outros cinco acordos.

Kelly, que entrou na NBC no início deste ano, disse que mencionou os acordos entre o apresentador e as mulheres em seu e-mail, afirmando que a direção estava ciente deles.

Também disse que Bill Shine, copresidente da Fox News no período, ligou para ela dizendo que "cuidaria de Bill O'Reilly".

No podcast "The Daily" do Times, alguns dias antes da matéria de sábado ser publicada, O'Reilly insistiu que "nunca tive uma queixa apresentada contra mim por um colega de trabalho em 43 anos".

O porta-voz Mark Fabiani defendeu a conduta de O'Reilly no sábado.

"Nos mais de 20 anos que Bill O'Reilly trabalhou na Fox News nenhuma queixa foi feita contra ele por um colega de trabalho no Departamento de Recursos Humanos ou no Departamento Legal, mesmo anonimamente", disse em declaração publicada no site de O'Reilly.

A matriz da Fox News, a 21st Century Fox, disse à AFP que tomaram medidas para "transformar" a Fox News, incluindo "melhorar os canais por meio dos quais os funcionários podem reportar assédio ou discriminação".

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AFP