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(Arquivo) Vista de Doha, capital do Catar

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A Arábia Saudita e seus aliados árabes anunciaram nesta terça-feira (25) a inclusão, em sua lista negra de organizações terroristas, de pessoas e instituições ligadas a Iêmen, Catar e Líbia, alegando que teriam vínculos com o extremismo islâmico.

Emirados Árabes Unidos, Barein, Egito e os sauditas emitiram um comunicado conjunto, no qual citam nove instituições de caridade e nove pessoas "vinculadas direta, ou indiretamente, às autoridades" do Catar.

"Esperamos que as autoridades do Catar deem o seguinte passo: julgar esses grupos e indivíduos terroristas", afirmaram os quatro países árabes no comunicado.

Três organizações sediadas no Iêmen e seis na Líbia são acusadas de manter vínculos com a Al-Qaeda e com seu braço na Síria. Além disso, três catarianos, três iemenitas, dois líbios e um kuwaitiano estariam envolvidos em "campanhas para recolher fundos de apoio à Jabhat al-Nosra e a outras milícias terroristas" no território sírio, completa a nota.

Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Barein e Egito romperam relações diplomáticas em junho com o Catar, acusando Doha de financiar o extremismo islâmico. Os quatro fecharam seus espaços aéreos ao pequeno emirado e também exigiram a saída de todos os catarianos de seu território.

O grupo enviou uma série de exigências a Doha em troca da suspensão do boicote. Entre elas, está o fechamento do canal de televisão Al-Jazeera, proibido na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos.

AFP