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(Arquivo) A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner ao lado do ex-ministro de Planejamento Federal Julio de Vido, em Buenos Aires, em 20 de agosto de 2014

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Um juiz argentino acatou nesta segunda-feira a denúncia contra o deputado Julio de Vido, influente ex-ministro dos governos Néstor e Cristina Kirchner, por supostas irregularidades durante sua gestão na liberação de subsídios ao diesel para empresas de ônibus urbanos.

O juiz federal Claudio Bonadio também decretou o embargo dos bens de De Vido em um bilhão de dólares, segundo o Centro de Informação Judicial (CIJ), portal de notícias do Poder Judiciário.

De Vido foi interrogado por Bonadio, que também ordenou o interrogatório de 251 empresários do setor de transporte público, ao investigar um suposto prejuízo aos cofres do Estado de 609 milhões de pesos.

No Ministério de Planejamento Federal, De Vido era responsável por todas as obras públicas da Argentina e foi um ministro fundamental nos 12 anos de governo de Néstor e Cristina Kirchner.

O novo caso se soma a outro que, nada semana passada, teve De Vido em sua mira, acusado por um procurador de desviar 26 bilhões de pesos da empresa de mineração de carvão de Río Turbio.

O procurador Carlos Stornelli pediu a retirada da imunidade e a detenção de De Vido, mas seu pedido foi negado pelo juiz federal Luis Rodríguez, que disse esperar os resultados de novas provas.

A imunidade parlamentar protege os legisladores apenas de serem presos, mas podem ser investigados, processados, julgados e condenados.

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AFP