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O candidato governista para as presidenciais Daniel Scioli, em Buenos Aires, no dia 21 de setembro de 2015

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A divulgação de pesquisas e os anúncios de planos econômicos por parte de dois candidatos, nesta segunda-feira, marcam o início da campanha pela presidência na Argentina, a 34 dias das eleições para a sucessão de Cristina Kirchner.

Embora o candidato governista Daniel Scioli continue à frente nas pesquisas, não está claro se ele conseguirá vencer a disputa no primeiro turno eleitoral, em 25 de outubro.

Em segundo lugar, aparece o prefeito de Buenos Aires, o conservador Mauricio Macri, candidato pela frente opositora Cambiemos. Em terceiro, está o deputado Sergio Massa, um ex-kirchnerista dissidente, que concorre pela aliança Unidos por uma Nova Alternativa (UNA).

Os outros candidatos progressistas e de esquerda aparecem com menos de 6% nas pesquisas.

Para evitar um segundo turno, previsto para 22 de novembro, um candidato deve obter mais de 45% dos votos - cenário que ainda não aparece nas enquetes. Outra opção é que um dos candidatos consiga 40%, com diferença de 10% em relação ao segundo.

Cinco pesquisas nacionais divulgadas no fim de semana apontam Scioli como favorito, mas sem superar o mínimo de 45%.

AFP