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Um tribunal argentino sentenciou quatro responsáveis por crimes contra a humanidade cometidos no centro de detenção clandestina Automotores Orletti

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Um tribunal argentino sentenciou nesta segunda-feira quatro responsáveis por crimes contra a humanidade cometidos no centro de detenção clandestina Automotores Orletti, uma antiga oficina mecânica por onde passaram centenas de sequestrados durante a vigência do Plano Condor durante os anos 70 e 80.

As penas são de 6 anos de prisão para os policiais federais Rolando Nerone e Oscar Gutiérrez, 16 anos para o ex-agente de inteligência César Enciso e 25 anos para José Ferrer, também policial federal, anunciou o tribunal na vara criminal federal nº 1 no julgamento oral e público.

Enciso, conhecido como "Pino", foi extraditado em novembro de 2013 do Brasil e detido preventivamente ao chegar ao país, no contexto de um grande processo penal que incluía o sequestro de quatro pessoas que permanecem desaparecidas, entre elas duas mulheres sequestradas em 13 de julho de 1976.

Este foi o terceiro julgamento por crimes contra a humanidade cometidos por grupos da Automotores Orletti, epicentro do Plano Condor na Argentina, onde sequestraram, torturaram e deram sumiço a militantes de grupos de esquerda PRT-ERP e do Partido pela Vitória do Povo (PVP) do Uruguai.

As atividades em Orletti estiveram sob controle da já dissolvida central de Inteligência do Estado, a SIDE, em coordenação com os exércitos argentino e uruguaio.

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AFP