O aumento dos preços na Argentina alcançou 4% em agosto e acumula 30% em 2019, um dos índices mais altos do mundo, em uma economia prejudicada pela recessão, dívida, pobreza e o desemprego.

A inflação acumulada nos últimos 12 meses chegou a 54,5%, segundo o relatório do estatal Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

O país está em recessão desde o segundo trimestre de 2018, com uma dívida em alta que se aproxima de 100% do Produto Interno Bruto (PIB), um indicador de pobreza acima de 30% e uma taxa de desemprego de 10,1% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados oficiais.

Os setores que tiveram maior impacto no custo de vida de agosto foram equipamento para o lar (6,1%), saúde (5,2%) e alimentos e bebidas (4,5%).

A variação de preços ao consumidor tinha desacelerado levemente, chegando a 2,2% em julho, mas a derrota sofrida pelo presidente liberal Mauricio Macri, que tenta a reeleição, nas primárias de 11 de agosto levaram a tensões financeiras e uma desvalorização do peso de 20%.

Em 2018, o índice de preços ao consumidor na Argentina teve alta de 47,6%.

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