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Voluntário checa bolsa de sangue durante doação em Hyderabad, no dia 1º de outubro de 2013

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A partir desta quarta-feira, os homossexuais na Argentina poderão doar sangue sem restrições por sua orientação sexual, uma reivindicação de mais de uma década da comunidade gay.

Com o levantamento desta restrição, Argentina se junta a países da região, como México, Cuba, Peru, Nicarágua e Chile, que eliminaram nos últimos anos proibições expressas para que homossexuais ou bissexuais não doassem sangue.

"A fim de avançar no sentido de um Sistema Nacional de Sangue seguro, solidário e inclusivo", o ministério da Saúde da Argentina apresentou os novos requisitos que colocam "um fim a uma longa história de discriminação institucional contra a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros)", informou o ministério.

A comunidade homossexual comemorou este passo do sistema de saúde da Argentina, um dos países mais avançados no reconhecimento dos direitos dos gays, lésbicas e transgêneros.

Entre os países latino-americanos que ainda proíbem explicitamente homossexuais de doar sangue estão El Salvador, Costa Rica, Venezuela e Brasil.

O Ministério da Saúde do Brasil ainda trata como “inaptos temporários” à doação de sangue homens que tiveram relações sexuais com outros homens nos últimos 12 meses.

AFP