As autoridades francesas confiscaram as armas de serviço de dois policiais por temer sua radicalização, informaram nesta sexta-feira fontes da sede da polícia de Paris, que foi palco há oito dias de um ataque mortal cometido por um funcionário.

O autor do ataque em 3 de outubro era um especialista em informática convertido ao Islã há cerca de 10 anos e que, segundo os investigadores, teria adotado crenças cada vez mais radicais.

O Ministério do Interior da França está atualmente sob pressão, pois muitos cobram explicações de como a radicalização desse atacante não chamou a atenção do serviço de inteligência onde trabalhava.

Os dois policiais foram desarmados sob suspeita de que também se radicalizaram, informou uma fonte da polícia de Paris, que não forneceu outros detalhes.

Foi apresentado um pedido de suspensão dos agentes, acrescentou a fonte.

O ministério do Interior criou uma célula dedicada a rastrear possíveis radicais islâmicos nas fileiras das forças de segurança.

O jornal Le Parisien informou esta semana que 19 funcionários do ministério do Interior estão sob vigilância.

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