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A nave russa Soyuz MS-10 decola do cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão, em 11 de outubro de 2018

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Os astronautas russos Alexei Ovchinin e o norte-americano Nick Hague voltarão ao espaço em 2019, após o episódio de quinta-feira, em que o voo que os levaria à Estação Espacial Internacional (ISS) foi abortado, anunciou o diretor da agência Roskosmos, Dmitri Rogozin.

"Os rapazes vão voar, com certeza", escreveu Rogozin no Twitter ao lado de uma fotografia em que ele é visto com Ovchinin e Hague, ambos muito sorridentes.

Ele acrescentou que os dois astronautas retornaram à Cidade das Estrelas, o principal centro de treinamento russo localizado perto de Moscou.

Os dois tiveram de retornar à à Terra, ilesos, depois que sua nave teve um problema no motor pouco após a decolagem rumo à ISS.

Apenas dois minutos depois da decolagem, um dos motores da nave Soyuz falhou e obrigou os dois tripulantes a retornarem de modo urgente para a Terra, ao invés de prosseguirem com a viagem até a ISS.

No momento do incidente, Nick Hague e Alexei Ovichinin viajavam a quase 7.563 km/h e estavam a cerca de 50 km de altitude, segundo a Nasa. Sua cápsula, equipada com paraquedas, os trouxe de volta à Terra, mas os dois homens sofreram uma forte pressão.

Ambos os tripulantes foram resgatados minutos depois de sua aterrissagem e evacuados para Jezkazgan, uma cidade de 80.000 habitantes a cerca de 20 km de distância.

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AFP