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Astronautas mostram confiança antes de primeiro voo após acidente do Soyuz

Os astronautas da Nasa que viajarão à Estação Espacial Internacional: a americana Anne McClain (E), o russo Oleg Kononenko (C) e David Saint-Jacques, da Agência Espacial Canadense, no cosmódromo Baikonur, em 2 de dezembro de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 02. dezembro 2018 - 15:35
(AFP)

Os três astronautas que voarão nesta segunda-feira para a Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo de um foguete russo Soyuz, no primeiro voo tripulado após o frustrado lançamento de 11 de outubro, afirmaram que "estão preparados" e têm "confiança" naqueles que fabricaram o foguete.

A astronauta americana Anne McClain, o canadense David Saint-Jacques e o russo Oleg Kononeko decolarão às 11h31 GMT (09h31 de Brasília) do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, com destino à ISS, para uma missão que durará mais de seis meses.

"Estamos realmente preparados para isso", declarou Anne McClain durante a tradicional coletiva de imprensa realizada na véspera de um lançamento espacial, na qual assegurou "confiar" na agência espacial russa Roskosmos e na investigação que esta fez para descobrir os motivos do fracasso do último lançamento.

"Não pensamos nisso", acrescentou McClain quando questionada sobre a falha na decolagem.

"O perigo faz parte do nosso trabalho", declarou, por sua vez, Oleg Kononeko, acrescentando que tem "total" confiança na equipe que preparou a decolagem.

Em 11 de outubro, o lançamento do foguete Soyuz, que tinha que levar dois astronautas à ISS, sofreu uma falha. Dois minutos depois da decolagem, um dos propulsores da primeira etapa do foguete se soltou e atingiu a segunda etapa, composta essencialmente de combustível.

Esta falha provocou a ejeção automática da parte onde se encontrava a cápsula com os dois homens, que conseguiram voltar sãos e salvos.

A comissão de investigação concluiu que houve uma "deformação" de um sensor durante o encaixe do foguete Soyuz em Baikonur.

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