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O foguete MS-04 carregando um astronauta russo e outro americano, com destino à Estação Espacial Internacional (ISS), decola de Baikonur em 20 de abril de 2017

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Um cosmonauta russo e um astronauta americano chegaram nesta quinta-feira à Estação Espacial Internacional (ISS), após uma viagem de seis horas a bordo de uma nave espacial Soyuz.

A MS-04 decolou às 7H13 GMT (4H13 de Brasília) da base de Baikonur, no Cazaquistão, com o comandante russo Fyodor Yurchikhin, que está em sua quinta missão espacial, e o engenheiro americano Jack Fischer, que viaja ao espaço pela primeira vez.

O acoplamento da nave à ISS foi concluído com sucesso pouco antes das 13H19 GMT (10H19 de Brasília), após um voo sem incidentes. A abertura da escotilha que une a MS-04 com a Estação estava prevista para as 15H05 GMT (12H05 de Brasília).

Jack Fischer e Fyodor Yurchikhin serão recebidos pelos três ocupantes atuais da ISS, que chegaram à Estação em novembro passado: o francês Thomas Pesquet, a americana Peggy Whitson e o russo Oleg Novitski.

Fischer, ex-piloto da força aérea dos Estados Unidos, de 43 anos, disse antes de decolar que ia "pensar no seu pai", que luta contra um câncer e que lhe pediu que persistisse no seu sonho de ser astronauta em vez de parar os estudos para cuidar dele.

Fyodor Yurchikhin, 58 anos, já passou 537 dias no espaço em suas quatro missões anteriores, mais do que qualquer astronauta americano.

Pela primeira vez desde 2003, a nave Soyuz transporta apenas dois astronautas, em vez de três, depois que a agência espacial Roskosmos decidiu em novembro do ano passado reduzir a tripulação russa da ISS por questões orçamentárias até a instalação de um módulo para um novo laboratório científico.

- Conversa com Trump -

Devido a estes cortes, no próximo 2 de junho, a Soyuz MS-03 voltará à Terra com dois ocupantes, Pesquet e Novitski. Whitson ficará mais três meses, até setembro.

Yurchikhin e Fischer permanecerão na ISS cerca de seis meses para participar da segunda parte da 51ª expedição e da primeira parte da 52ª expedição.

Na segunda-feira, Donald Trump e sua filha Ivanka falarão por telefone, a partir do Salão Oval da Casa Branca, com os dois astronautas americanos da tripulação, como parte dos esforços de promoção das mulheres na ciência e na tecnologia, indicou a Nasa.

Durante esta conversa, que durará cerca de vinte minutos e será transmitida ao vivo pela televisão da agência espacial americana, Trump parabenizará, principalmente, Whitson, de 57 anos, no dia em que ela baterá o recorde de permanência acumulada no espaço.

A Rússia fornece à ISS seu principal módulo, onde estão os motores de foguetes, e as naves russas Soyuz são o único meio de levar e trazer a tripulação da Estação, desde que os Estados Unidos retiraram as suas.

No total, 16 países participam da ISS, centro de pesquisa orbital desde 1998 que custou 100 bilhões de dólares, financiados principalmente pela Rússia e pelos Estados Unidos.

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AFP