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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, no encontro semanal de seu gabinete em Jerusalém, em 9 de abril de 2017

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Israel justificou, neste domingo (9), como "razões morais" aquilo que levou Washington a bombardear uma base aérea do Exército sírio, em resposta a um ataque químico atribuído - supostamente - ao governo de Bashar al-Assad.

"Fizeram por razões morais, como consequência das duras imagens que chegaram de Idleb, e também para dizer que há um preço pelo uso de armas químicas", declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na abertura da reunião semanal de seu gabinete.

Netanyahu se referia ao suposto ataque com armas químicas contra a localidade rebelde de Khan Seikhun, no noroeste da Síria. Nele, 87 civis foram mortos, entre eles 31 crianças.

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