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Pessoas tocam a campainha da casa da família Oukabir em Ripoll, após a polícia realizar uma busca relacionada ao ataque terrorista em Barcelona, no dia 18 de agosto de 2017

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O pai do marroquino Moussa Oukabir, morto junto a outros suspeitos pelos atentados cometidos nesta quinta-feira (17) na Catalunha, declarou nesta sexta-feira (18) que soube da morte do filho por meio da Polícia, o que o deixou "abalado".

A Polícia catalã identificou formalmente nesta sexta-feira os cadáveres dos três marroquinos - Moussa Oukabir, Said Aallaa e Mohamed Hychami, de 17, 18 e 24 anos de idade -, respectivamente, membros da célula que cometeram os atentados ocorridos em Barcelona e Cambrils, deixando 14 mortos e mais de 120 feridos.

O irmão de Moussa Oukabir, Driss, foi detido na quinta-feira em Ripoll, a cerca de 100 quilômetros de Barcelona, onde posteriormente foram detidos outros três suspeitos de estarem envolvidos nos atentados.

Na casa dos Oukabir em Melouiya, um povoado situado numa região pobre e rural do Atlas, cordilheira que passa pela parte central do Marrocos, o pai, Said Oukabir, recebia os pêsames dos amigos, familiares e vizinhos após receber a notícia da morte do filho Moussa.

"A polícia espanhola chamou a mãe dele, que está na Espanha (em Ripoll), para informar que Moussa tinha morrido", contou ele à AFP, com os olhos cheios de lágrimas.

Said Oukabir disse estar "abalado" desde que a Polícia catalã anunciou que seus dois filhos eram suspeitos de terem participado dos atentados ocorridos em Barcelona e Cambrils, e espera que Driss, de 27 anos, seja "declarado inocente".

Na quinta-feira, uma van branca atropelou uma multidão de pedestres em Las Ramblas, uma movimentada avenida no centro de Barcelona, matando 13 pessoas e deixando mais de cem feridos.

Horas depois, um Audi A3 avançou em pedestres situados em Cambrils, uma região costeira 120 km ao sul de Barcelona, que causou a morte de uma mulher e deixou vários civis e um policial feridos. O veículo colidiu em um carro da polícia catalã, o que ocasionou a morte dos cinco "supostos terroristas" que viajavam a bordo do automóvel.

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AFP