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Policiais e socorristas dos Serviços de Emergência atendem a um ferido na London Bridge, em Londres, em 3 de junho de 2017

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu ajuda à Grã-Bretanha em resposta aos três incidentes violentos no aliado europeu ocorridos neste sábado à noite (3).

"Tudo o que os Estados Unidos puderem fazer para ajudar Londres e o Reino Unido, estaremos lá. ESTAMOS COM VOCÊS. QUE DEUS OS ABENÇOE!", tuitou Trump.

Em um comunicado, o Departamento de Estado americano também condenou esses "covardes ataques contra civis inocentes".

"Sabemos que a Polícia britânica classificou de terroristas esses ataques, e os Estados Unidos oferecem qualquer ajuda de que se necessite e está pronto para dar qualquer assistência requerida pelas autoridades do Reino Unido", declara a pasta, em uma nota.

Também pelo Twitter, o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, havia anunciado pouco antes que o presidente americano foi informado por sua equipe de Segurança Nacional sobre o incidente na London Bridge.

Minutos antes desse tuíte no qual ofereceu ajuda, Trump havia escrito outro, defendendo a necessidade de aprovar sua criticada lei de proibição de ingresso nos EUA a pessoas originárias de seis países de maioria muçulmana. Ele ainda não havia mencionado os acontecimentos em Londres.

"Temos que ser inteligentes, vigilantes e fortes. Precisamos que as cortes nos devolvam nossos direitos. Precisamos de uma Proibição de Viagens como um nível extra de segurança!", escreveu no Twitter, antes de manifestar sua solidariedade a Londres.

Na última quinta-feira (1º), o Departamento americano de Justiça pediu à Suprema Corte a entrada em vigor dessa lei, imediatamente, depois de seu bloqueio por diferentes tribunais de instâncias inferiores.

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