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O incidente aconteceu na escola Marjory Stoneman Douglas de Parkland, cidade no sul do estado, entre Boca Ratón e Fort Lauderdale. Ambulâncias, caminhões de bombeiros e vários carros de polícia foram ao local

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Disparos registrados nesta quarta-feira (14) em uma escola de ensino médio da Flórida deixaram vítimas fatais, disse um funcionário local à imprensa, ao mesmo tempo em que a Polícia informou ter detido um suspeito de ter atirado.

Segundo Robert Runcie, superintendente das escolas do condado de Broward, onde fica a escola Marjory Stoneman Douglas, houve vários mortos, referindo-se ao caso como "uma situação horrível".

"É um dia horrível para todos nós", disse o funcionário.

A polícia do condado prendeu um suspeito de ter efetuado os disparos, informou pelo Twitter o comissário.

"O atirador agora está sob custódia. O cenário ainda está ativo", informou a Polícia.

O senador Bill Nelson disse à CNN e à MSNBC que o superintendente do distrito escolar acredita que houve certo "número de fatalidades". Mais cedo, bombeiros disseram à afiliada local da CBS de que entre 20 e 50 pessoas tinham ficado feridas.

A prefeita da cidade de Parkland, Christine Hunschofsky, disse à rede de televisão CNN que "é uma situação trágica para todos os envolvidos", e acrescentou que quando conseguiu falar com alguns dos estudantes, estes estavam "muito assustados".

Um destes alunos, que não foi identificado, disse à emissora local WSVN 7 que na aula ouviram "o alarme de incêndio e todos pensamos que era um exercício. Mas já tínhamos feito esse exercício, então não levamos o aviso a sério".

A jovem Jeiella Dodoo disse, por sua vez, que também ouviu o alarme contra incêndios e que o grupo começou a sair da escola. "Escutei uns seis disparos, e todo mundo começou a correr".

Em uma mensagem no Twitter, o presidente Donald Trump ofereceu suas condolências às famílias das vítimas.

"Nenhuma criança, professor ou qualquer outra pessoa deveria se sentir inseguro em uma escola americana", afirmou o presidente.

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AFP