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Harry Dean Stanton morreu em um hospital de Los Angeles aos 91 anos

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Harry Dean Stanton, cujos cabelos grisalhos e talento para atuação lhe renderam uma fértil carreira em Hollywood, principalmente em papéis coadjuvantes, morreu aos 91 anos, em um hospital de Los Angeles na sexta-feira (15).

Ele "morreu de causas naturais" no Centro Médico Cedars-Sinai, de acordo com seu agente, John S. Kelly.

Apesar das 150 aparições na televisão e em filmes durante seis décadas, incluindo papéis em "Alien", "À Espera de um Milagre", "A Garota de Rosa-Shocking" e "Os Vingadores", Stanton não era um nome muito conhecido, embora seu rosto seja facilmente identificado.

Um dos poucos papéis principais que fez foi de um pai que sofria de amnésia no filme "Paris, Texas", de 1984 - e que ajudou o diretor Wim Wenders a vencer a Palma de Ouro daquele ano.

Amigo de grandes estrelas de Hollywood, como Jack Nicholson, Sean Penn e Marlon Brando, Stanton trabalhou com David Lynch na série de TV "Twin Peaks".

"O incrível Harry Dean Stanton nos deixou. Foi-se um dos bons", tuitou Lynch.

Os trabalhos mais recentes de Stanton incluem o patriarca polígamo Roman Grant na série de TV "Big Love" e a dublagem da animação "Rango", junto com Johnny Depp.

Músico entusiasmado, também fundou a eclética "The Harry Dean Stanton Band" conhecida por sua mistura de mariachi, jazz e outros gêneros.

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AFP