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A atriz América Ferrera, em Beverly Hills, 16 de outubro de 2017

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A atriz América Ferrera respondeu no Twitter à convocação do #MeToo (eu também): "A primeira vez que eu lembro ter sido abusada sexualmente eu tinha nove anos".

"Não disse a ninguém e vivi com vergonha e culpa pensando que eu, uma menina de nove anos, era de alguma maneira responsável das ações de um homem adulto", indicou.

Seu testemunho, que publicou nesta segunda-feira, se une aos centenas de milhares que inundam as redes sociais com a etiqueta #MeToo e em outros idiomas -#YoTambien #AMiTambien #MeToo #MoiAussi, #EuTambám.

A convocação foi feita atriz Alyssa Milano no sábado, incentivando as mulheres vítimas de abuso sexual a dar seu testemunho na rede social no contexto do caso Harvey Weinstein.

"Eu tinha que ver este homem diariamente no anos seguintes, ele sorria para mim e me cumprimentava", contou a atriz, famosa por seu papel na comédia "Betty, a feia".

Ferrara, nascida em Los Angeles de pais hondurenhos, pediu que se "rompa o silêncio para que a próxima geração não tenha que viver com esta mentira".

Muitas atrizes romperam o silêncio sobre Weinstein, a quem acusaram de abuso sexual e até estupro.

A campanha demostrou que os casos não se limitam a este produtor de 65 anos, investigado pela polícia e expulso da Academia de cinema por sua conduta que se remonta a três décadas e era um segredo em Hollywood.

Entre os #MeToo se destacaram também o da cantora americana Lady Gaga e da ex-estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky, que protagonizou um escândalo sexual com o então o presidente Bill Clinton.

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AFP