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(Nov/2014) Funcionário trabalha em um centro de tratamento do ebola em Macenta, Guiné, no auge da crise

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Guiné e Serra Leoa experimentaram um forte aumento dos casos de Ebola na semana passada, informou nesta quarta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS), minando as esperanças de uma regressão da epidemia mortal.

A semana que terminou no domingo "teve o maior total semanal de casos confirmados de Ebola no período de um mês", afirmou a agência da ONU em seu último relatório.

Trinta e cinco novos casos foram reportados durante a semana na Guiné e em Serra Leoa, contra apenas nove ao longo na semana precedente.

O vírus, segundo os últimos números, infectou um total de 26.933 pessoas e deixou 11.120 mortos, principalmente na Guiné e em Serra Leoa, mas também na Libéria vizinha, declarada livre da epidemia no último 9 de maio.

A Guiné, onde a epidemia começou no final de 2013, foi o país mais afetado na semana passada, com 27 casos registrados, contra sete na semana anterior.

Serra Leoa, que parece se orientar na mesma direção que a Libéria, também viu o número de casos novamente passar de dez para oito.

A progressão no país colocou fim a três semanas consecutivas de diminuição do número de novos casos registrados, segundo a OMS.

Pela primeira vez em cinco semanas um profissional da saúde, que trabalhava num centro de tratamento de Ebola perto de Freetown, foi testado positivo para o vírus da febre hemorrágica, informou a agência.

Desde o início da epidemia 869 profissionais da área de saúde foram atingidos pelo vírus, e 507 entre eles morreram, segundo dados oficiais da OMS.

AFP