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Ativistas fazem protesto condenando a queda do voo MH17 da Malaysia Airlines, em Kuala Lumpur, em 22 de julho de 2014

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O voo MH17 da Malaysia Airlines pode ter sido derrubado por engano por separatistas ucranianos sem o treinamento adequado, afirmou nesta terça-feira um integrante da inteligência americana, que rejeitou as alegações de Moscou sobre uma suposta responsabilidade de Kiev no atentado.

As provas reunidas até o momento sugerem que os rebeldes pró-Rússia foram os responsáveis pelo lançamento do míssil terra-ar SA-11 que atingiu o avião comercial malásio. Mas ainda não está claro "quem o disparou", declarou um alto funcionário do serviço de inteligência americano, que pediu para não ser identificado.

"A explicação mais possível é que tenha sido um erro" e que o míssil foi disparado por "uma pessoa mal treinada", utilizando um sistema que requer destreza e treinamento, acrescentou.

A fonte citou incidentes anteriores, em que tantos forças russas quanto americanas derrubaram voos comerciais por engano.

Nos episódios citados, dois aviões de passageiros foram atacados. Em 1983, uma aeronave sul-coreana foi derrubada por um caça russo e, em 1988, forças navais americanas abateram um um avião iraniano.

Militares russos foram detectados no leste da Ucrânia, mas a inteligência americana não tem provas conclusivas de que os russos estivessem com a unidade SA-11 que disparou contra o avião.

AFP