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A presidente chilena, Michelle Bachelet, durante entrevista à AFP, em Santiago, no dia 19 de janeiro de 2017

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A presidente chilena, Michelle Bachelet, considera que o processo eleitoral que acontecerá em novembro e decidirá o seu sucessor para o Palácio de La Moneda está "em aberto".

Em entrevista à AFP, Bachelet declarou que "hoje em dia não há ninguém que possa dizer: eu estarei sentado no La Moneda em 11 de março de 2018", dia em que passará o cargo para quem for eleito nas presidenciais de 19 de novembro de 2017.

Alguns partidos políticos que integram a Nueva Mayoría, coalizão de governo que reúne comunistas, radicais, socialistas, social-democratas e democratas cristãos, já escolheram seus candidatos, ainda que o Partido Socialista, da mandatária, espere resolver neste fim de semana o mecanismo para fazê-lo.

Depois, haverá primárias dentro da própria coalizão, que ainda deve definir se repetirá a fórmula que levou pela segunda vez, em 2013, Bachelet ao poder ou, pelo contrário, perderá alguns de seus membros. Até agora foram escolhidos como candidatos no oficialismo o jornalista Alejandro Guillier e o ex-presidente Ricardo Lagos (2000-2006).

"Estamos em um processo de definições importantes dos partidos políticos, também da direita. Ainda que sem dúvidas haja lideranças, é impossível dizer com certeza quem será o futuro presidente ou presidenta" do Chile, declarou Bachelet.

Entretanto, a presidente, que conta com uma popularidade de 20 a 26%, diante dos 83% com os quais deixou seu governo anterior (2006-2010), espera que seu sucessor "possa dar continuidade às mudanças feitas, porque estamos seguros que uma vez que comecem a surtir efeito, seus resultados farão do Chile um país mais justo, um país melhor".

As pesquisas colocam Alejandro Guillier com as melhores possibilidades pelo Nueva Mayoría, onde também destaca-se o ex-chanceler e secretário-geral da OEA José Miguel Insulza como pré-candidato do partido socialista. Já na direita, o favorito é o ex-presidente Sebastián Piñera (2010-2014), que disse que em março confirmará se irá ou não tentar a reeleição.

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AFP