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Imagem do prédio do Banco Mundial, em Washington DC, em 7 de maio de 2007

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Mais de 1,1 bilhão de pessoas, principalmente na Ásia e na África, não possuem documentos oficiais de identidade que lhes permitam ter acesso aos cuidados de saúde pública, à educação e ao sistema financeiro, de acordo com o Banco Mundial.

Mais de um terço dessas pessoas "invisíveis" são crianças, disse o Banco Mundial em um relatório emitido para a sua reunião anual em Washington nesta semana.

Isso é particularmente difícil para os grupos de pessoas deslocadas por violência e catástrofes.

Para resolver o problema, o Banco Mundial lançou o projeto ID4D para expandir os programas de identificação digital de formas que possam ajudar a combater a pobreza.

A instituição possui projetos de identificação digital e registro civil no valor de mais de US$ 500 milhões em mais de uma dúzia de países.

O Banco Mundial diz que esses programas também podem ajudar os governos a diminuir o desperdício e impulsionar a inovação na entrega de serviços cruciais.

"Estamos em um ponto emocionante no qual tecnologia, colaboração e compromisso convergem para fazer melhorias sem precedentes na vida das 1,1 bilhão de pessoas que vivem sem identificação", disse a diretora executiva do Grupo Banco Mundial, Kristalina Georgieva.

O membro do conselho de assessoria da ID4D Eric Jing, CEO da unidade de pagamento do grupo chinês AliBaba, Ant Financial, acrescentou que "as famílias não têm acesso a cuidados de saúde, educação e serviços sociais e financeiros".

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AFP