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Um agente do FBI é visto no local do ataque de Orlando, no dia 13 de junho de 2016

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A base de dados para reconhecimento facial do FBI (polícia federal americana) tem mais de 400 milhões de fotos para ajudar nas suas investigações criminais, mas carece de salvaguardas adequadas sobre proteção da privacidade, revelou uma auditoria.

A enorme base de dados - que permite que os investigadores realizem buscas automáticas de imagens de suspeitos - "é muito maior do que se acreditava" e gera preocupações "sobre o risco de que americanos inocentes sejam inadvertidamente incluídos em investigações criminais", alertou o senador democrata Al Franken, que solicitou o estudo.

"Formularei duros questionamentos sobre o uso que o FBI faz da tecnologia de reconhecimento facial e proteção da privacidade do seu sistema", disse o legislador, do estado de Minnesota, ao divulgar o relatório da Oficina de Controle Governamental (GAO), parte do Congresso.

A base de dados do FBI inclui cerca de 30 milhões de fotos de pessoas processadas e 140 milhões de imagens de estrangeiros solicitantes de vistos, afirma o documento da GAO.

AFP