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Em novembro de 2015, o rompimento de um dique de contenção de dejetos da mineiradora Samarco provocou um deslizamento de terra que destruiu a cidade vizinha de Bento Rodrigues, deixando 19 mortos

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A empresa anglo-australiana BHP Billiton descartou a possibilidade de retomar, este ano, as atividades da Samarco, responsável por um desastre que matou 19 pessoas em 2015 em Bento Rodrigues, distrito de Mariana (Minas Gerais).

A empresa, que é coproprietária da mineradora brasileira, anunciou, ainda, um aporte de 250 milhões de dólares no país.

Em novembro de 2015, o rompimento de um dique de contenção de dejetos da mineradora Samarco provocou um deslizamento de terra que destruiu a cidade vizinha de Bento Rodrigues, deixando 19 mortos.

O deslizamento é considerado a maior catástrofe ambiental da história do Brasil, destruindo ecossistemas ao longo de todo o rio Doce, que atravessa os estados de Espírito Santo e Minas Gerais.

A BHP é coproprietária da Samarco, junto com a Vale. A anglo-australiana afirmou que, antes de retomar suas atividades, precisa de uma autorização do governo brasileiro e de uma avaliação da situação econômica e de segurança.

"Por isso, é pouco provável que as operações da Samarco sejam retomadas em 2017", disse a maior mineradora do mundo em um comunicado.

A companhia ainda anunciou um aporte de 250 milhões de dólares no Brasil. Deles, 174 milhões serão destinados a programas de compensação e o resto a programas de meio-ambiente da Samarco.

A BHP anunciou também um acordo com a promotoria brasileira para prorrogar, até 30 de outubro, o prazo para negociar o acordo de 155 bilhões de reais.

AFP