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Souvenir que mostra Che Guevara, no dia 4 de setembro de 2017, em Bali, na Indonésia

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O presidente boliviano Evo Morales anunciou nesta segunda-feira (2) cinco dias de homenagens, entre os dias 5 a 9 de outubro, a Ernesto "Che" Guevara, pelo 50º ano desde a sua execução na selva boliviana.

O mandatário declarou que os atos prestados em honra ao ex-guerrilheiro contarão com a presença de militares, que o derrotaram e executaram em 1967.

"As Forças Armadas, como sempre, me acompanham em todas as atividades. Conversei com eles, me acompanharão, porém repito o que havia afirmado, as Forças Armadas nasceram (no século XIX) antiimperialistas", ressaltou Morales.

Ex-militares disseram que não participarão dos atos comemorativos, por considerarem que os homenageados devem ser eles.

"Não participaremos porque consideramos que é algo político", disse Mario Moreira, um delegado suboficial, em declaração ao jornal Página Siete.

"Che" foi capturado em combate no dia 8 de outubro de 1967 e fuzilado um dia depois, com sua guerrilha morta pelo Exército regular, com auxílio dos Estados Unidos.

Morales comunicou que o ato principal relativo às homenagens ocorrerá no dia 9 de outubro, em Vallegrande, e contará com a presença dos vice-presidentes de Cuba e Venezuela, "os quatro filhos do 'Che', alguns de seus irmãos" e representantes de movimentos sociais vindos da Argentina e do Peru.

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AFP