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Agentes da polícia em La Paz, em 21 de fevereiro de 2017

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A Bolívia decidiu intensificar as patrulhas nas fronteiras com Brasil e Paraguai em busca dos criminosos - supostamente ligados ao PCC - envolvidos em assaltos nos três países, informou nesta terça-feira o vice-ministro do Interior, José Luis Quiroga.

A medida é anunciada após o espetacular assalto ocorrido na segunda-feira contra a transportadora de valores Prosegur em Ciudad del Este, no Paraguai, em uma operação similar ao roubo de um carro-forte no leste da Bolívia, no final de março.

"Foi ordenada uma resposta imediata à nossa Polícia: o fechamento das fronteiras (aos criminosos) e um patrulhamento reforçado nos pontos sensíveis da fronteira internacional: Brasil e Paraguai", destacou Quiroga em entrevista coletiva.

"Muito em breve vamos anunciar a criação de uma Direção Nacional da Polícia de Fronteira, que terá um trabalho importante. Vamos fazer este trabalho conjunto e coordenado com a Polícia Federal do Brasil, com as polícias dos países vizinhos".

Na véspera, o ministro boliviano do Interior, Carlos Romero, revelou que solicitará uma reunião de "alto nível" com Brasil e Paraguai para avaliar os grandes assaltos envolvendo os três países, que têm o Primeiro Comando da Capital (PCC) como principal suspeito.

Segundo o comandante da Polícia Boliviana, general Abel de la Barra, nas últimas horas foram capturados na fronteira com o Brasil três brasileiros supostamente ligados ao PCC.

"Em um patrulhamento foram detidos na cidade de Cobija três brasileiros, dois homens e uma mulher", informou De la Barra à agência oficial de notícias ABI.

De acordo com De la Barra, "a polícia mantém constante contato com a Polícia Federal brasileira e com os policiais do Paraguai. Estamos em alerta para enfrentar qualquer ação criminosa".

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AFP