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Bolívia tem novo ministro da Economia

Foto divulgada pela Presidência boliviana mostra o ex-senador Oscar Ortiz, após assumir o cargo de novo ministro da Economia e Finanças Públicas no Palácio Presidencial de La Paz, em 7 de julho de 2020, em meio à pandemia de coronavírus. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 07. julho 2020 - 19:22
(AFP)

A presidente de transição da Bolívia, Jeanine Áñez, empossou Oscar Ortiz nesta terça-feira (7) como o novo Ministro da Economia e Finanças Públicas, após destituir José Luis Parada.

Parada comandou a pasta desde a posse de Áñez, em novembro de 2019, após a renúncia do presidente Evo Morales (2006-2019). O Executivo não revelou as razões para sua demissão.

"Durante oito meses tive a honra de acompanhar a sua Excelência como Ministro (...), e, sem dúvidas, por temas pessoais apresento minha renúncia", escreveu Parada em sua carta de demissão. O governo não informou as razões para a mudança.

Em um ato no Palácio do Governo, a presidente declarou que o ministro deve "trabalhar para as famílias bolivianas" com o objetivo de aliviar os efeitos econômicos causados pelo coronavírus, que até o momento já infectou mais de 40.500 pessoas e matou mais de 1.400 no país.

Ortiz disse que a presidente lhe concedeu "dois mandatos principais: trabalhar pela estabilidade econômica e por empregos".

Candidata à presidência nas eleições de 6 de setembro, Áñez prometeu reverter o desemprego e sinais de recessão causados pela pandemia.

O novo ministro foi candidato à presidência nas eleições de outubro de 2019, posteriormente anuladas.

Na ocasião, Ortiz alcançou o quarto lugar depois de Morales, do centrista Carlos Mesa e do pastor de origem coreana Chi Hyun Chung.

Ele foi senador do partido de direita Democratas e ministro do Desenvolvimento Econômico desde maio, quando renunciou ao cargo de chefe da campanha eleitoral de Áñez.

A presidente também empossou José Abel Martínez como ministro do Desenvolvimento Econômico, em substituição a Ortiz.

O candidato do Movimento Ao Socialismo (MAS), o partido de Morales, o economista Luis Arce, está em primeiro lugar nas pesquisas com 33,3%, seguido do centrista Carlos Mesa, com 18,3%. A presidente Áñez aparece em terceiro, com 16,9%.

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