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Bolsonaro é operado 'com êxito', informa Planalto

Este vídeo retirado da conta oficial do Twitter do presidente brasileiro Jair Bolsonaro mostra-lo antes de passar por uma cirurgia para remover a bolsa de colostomia que foi colocada após o ataque que sofreu em setembro, em São Paulo, Brasil, em 27 de janeiro de 2019. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. janeiro 2019 - 19:26
(AFP)

A cirurgia abdominal a que foi submetido o presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (28) foi concluída "com êxito", informou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, nove horas depois do início da intervenção.

A operação para a retirada da bolsa de colostomia que foi colocada depois do atentado sofrido por Bolsonaro em setembro foi realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

"O boletim médico será divulgado tão logo seja autorizado pela equipe médica" e o porta-voz da Presidência fará um pronunciamento à imprensa às 17h em frente ao hospital, acrescentou a assessoria.

Às vésperas da cirurgia, o próprio Bolsonaro, de 63 anos, tinha anunciado em um vídeo publicado nas redes sociais que a cirurgia duraria cerca de três horas.

O deputado eleito Eduardo Bolsonaro postou no Twitter por volta do meio-dia que tudo ia bem, respondendo a alguns internautas que se mostravam preocupados pela saúde do presidente depois de várias horas sem notícias.

O vice-presidente Hamilton Mourão assumiu interinamente a Presidência por 48 horas, antecipou neste domingo o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros.

Passado este período de repouso absoluto, está previsto que Bolsonaro permaneça na capital paulista durante 10 dias, despachando do hospital.

Para isso, foi montada ao lado de seu quarto uma estrutura que permitirá ao presidente orientar seus ministros e, inclusive, recebê-los, se os médicos autorizarem, afirmou Barros.

Bolsonaro foi esfaqueado no abdômen em 6 de setembro durante um ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Foi, então, submetido a uma cirurgia na qual foi colocada uma bolsa de colostomia. No dia seguinte, foi transferido para o hospital paulista, onde ficou hospitalizado por 23 dias e foi operado uma segunda vez.

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