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Bolsonaro dá entrada em hospital para cirurgia de retirada de bolsa de colostomia

Entrada do hospital Albert Einstein, em São Paulo, sob forte proteção policial, em 27 de janeiro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. janeiro 2019 - 15:05
(AFP)

O presidente Jair Bolsonaro deu entrada neste domingo (27) no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde será submetido a uma cirurgia de retirada da bolsa de colostomia na segunda-feira.

Bolsonaro voou de Brasília para Congonhas acompanhado de vários de seus ministros, de sua mulher, Michelle, e de um de seus filhos, Eduardo.

De lá, foi levado em comboio, sob forte proteção policial, para o Albert Einstein, onde deu entrada às 10h40. Hoje, o presidente passou, com sucesso, por uma série de exames preparatórios, relatou esta tarde seu porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros.

"Acabo de estar com o presidente. Está muito animado, está feliz com os resultados dos exames", acrescentou Rêgo Barros.

No Twitter, Bolsonaro publicou um vídeo, no qual afirmou que o procedimento vai durar "cerca de três horas, mas, se Deus quiser, correrá tudo muito bem".

Na noite de sábado, seu porta-voz já havia informado que o presidente será operado na segunda, às 6h, e ficará em repouso durante 48 horas.

Neste período, será substituído pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que já assumiu o cargo interinamente durante a viagem de Bolsonaro ao Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça), de 21 a 24 de janeiro.

Depois deste intervalo, Bolsonaro, de 63 anos, receberá os ministros no centro médico e permanecerá na capital paulista por até dez dias.

Bolsonaro sofreu uma facada no abdômen em 6 de setembro durante um comício eleitoral em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Ele foi submetido a uma colostomia na cidade mineira e, no dia seguinte, foi transferido para o Albert Einstein. Lá, passou por um segundo processo cirúrgico e ficou 23 dias hospitalizado.

Seu agressor, Adélio Bispo de Oliveira, foi detido. A investigação da Polícia Federal concluiu que ele agiu por inconformismo político, mas não contou com ajuda de terceiros para cometer o atentado.

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