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Bolsonaro promete agir contra Venezuela e Cuba

Jair Bolsonaro antes de entrevista na sede do governo de transição, em Brasília, no dia 4 de dezembro de 2018. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. dezembro 2018 - 00:56
(AFP)

O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, declarou nesta terça-feira que seu governo fará o possível, "dentro da legalidade e dentro da democracia", contra os governos de esquerda de Venezuela e Cuba.

"Tudo o que pudermos fazer dentro da legalidade, dentro da democracia, contra estes países vamos fazer", disse em mensagem de vídeo no Facebook.

O capitão da reserva de 63 anos, que não esconde sua aversão pela esquerda, reafirmou que não foram convidados para sua posse, no dia 1º de janeiro, nem "o ditador cubano", Miguel Díaz-Canel, nem o "ditador venezuelano", Nicolás Maduro.

"No final das contas é uma festa da democracia. Lá não existem eleições e quando existem há suspeitas de fraude, então para nós não interessa".

"A melhor forma de apoiar o povo venezuelano é não convidando o senhor Nicolás Maduro".

Na mesma mensagem, Bolsonaro reafirmou que seu governo vai "denunciar e revogar" o Pacto Mundial para a Migração das Nações Unidas, firmado na semana passada, em Marrakech, por cerca de 160 países, incluindo o Brasil.

"Infelizmente, o Brasil, com o atual ministro de Relações Exteriores (Aloysio Nunes), assinou o pacto (...). Não somos contra imigrantes, mas para entrar no Brasil tem de ter um critério rigoroso. Vamos denunciar e revogar esse pacto pela migração".

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