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Foto tirada durante press tour providenciado pelas Forças Armadas russas em 15 de setembro de 2017 mostra soldado russo em Deir Ezzor

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A coalizão internacional acusou, neste sábado (16), a aviação russa de ferir em um bombardeio na Síria combatentes das Forças Democráticas Sírias (FDS), o que Moscou nega.

"Forças russas atacaram um alvo a leste do rio Eufrates, perto de Deir Ezzor, ferindo combatentes parceiros", indicou a coalizão liderada pelos Estados Unidos que combate os extremistas islâmicos na Síria e no Iraque.

"As munições russas atingiram um local onde os russos sabiam que havia combatentes das FDS e conselheiros da coalizão. Vários combatentes ficaram feridos", garantiu.

A coalizão informa ainda que nenhum conselheiro militar presente no local do ataque foi ferido.

"As autoridades da coalizão estão disponíveis e a linha de contato com a Rússia está aberta 24 horas por dia", declarou o comandante da coalizão, o general americano Paul Funk.

"Fazemos o possível para evitar uma escalada inútil entre as forças que combatem nosso inimigo comum", o grupo Estado Islâmico (EI), acrescentou no comunicado.

Inicialmente, foram as FDS que anunciaram o bombardeio por aviões russos na província de Deir Ezzor, a última nas mãos do EI na Síria.

A Rússia negou categoricamente o ataque aéreo. "Não é possível. Por que nós os bombardearíamos?", declarou à AFP o porta-voz Igor Konashenkov, na base militar russa de Hmeimim, no oeste da Síria.

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AFP