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O presidente Michel Temer durante pronunciamento em Brasília, em 27 de junho de 2017

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O governo brasileiro condenou nesta quarta-feira o ataque com um helicóptero contra sedes de instituições na Venezuela, e rejeitou também o assédio contra parlamentares no país vizinho.

"O governo brasileiro acompanha com muita preocupação a escalada de tensões na Venezuela. Repudia o assédio cometido por grupos paramilitares contra o Congresso venezuelano. Cumpre ao governo de Nicolás Maduro assegurar o mais absoluto respeito à integridade física dos congressistas, garantir a imunidade parlamentar e proceder à imediata restauração das competências da Assembleia Nacional", afirma uma nota do Itamaraty

"O governo brasileiro também condena o lançamento de granadas contra as instalações do Tribunal Supremo de Justiça a partir de helicóptero supostamente de propriedade da polícia venezuelana. É imperativo que a restauração do estado democrático de direito na Venezuela seja perseguida de maneira pacífica e em plena consonância com os ditames constitucionais", acrescenta o texto.

Na terça-feira (27), vídeos e fotos postados nas redes sociais mostravam um helicóptero da Polícia Científica (CICPC) sobrevoando edifícios de Caracas.

Ao longe, são ouvidas detonações. Não é possível observar, porém, se artefatos explosivos são lançados da aeronave, ou se foram tiros. Segundo o governo, trata-se de um Airbus Bolkow modelo 105.

Também foram divulgadas fotos do helicóptero com uma faixa que dizia "350 Liberdade", uma referência ao artigo constitucional invocado pela oposição para uma desobediência civil ao governo de Maduro.

Nas imagens, vê-se dois tripulantes. O que seria o piloto, de acordo com o governo, veste uniforme militar, e outro, está de capuz.

A imprensa também divulgou um vídeo do piloto. Segundo o governo, ele se chama Óscar Pérez, roubou o helicóptero e é inspetor aeronáutico da CICPC.

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AFP