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Ministro boliviano de Governo (Interior), Carlos Romero, no dia 10 de abril de 2017, na Bolívia

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Um gabinete de dois Ministérios de Brasil e Bolívia discute nesta quinta-feira, na cidade boliviana de Santa Cruz, ações comuns em Inteligência e controle aéreo contra o crime organizado que opera em um extensa fronteira de 3.400 quilômetros.

"É de especial interesse nosso o controle do espaço aéreo, temos uma projeção de um comando conjunto do espaço aéreo", afirmou o ministro boliviano de Governo (Interior), Carlos Romero, encarregado de receber os seus colegas brasileiros em Santa Cruz.

Os ministros da Defesa, Raul Jungmann; de Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim; e de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, representam o governo brasileiro.

O comandante boliviano da polícia, Abel de la Barra, integrante da equipe boliviana, afirmou que "vamos incidir na troca de informação em matéria de Inteligência", como uma arma essencial para a luta contra o crime organizado.

Outro ponto que deseja coordenar, segundo La Paz, é a luta contra o tráfico de pessoas.

O ministro Jardim disse, por sua vez, que se "incidirá na exploração dos meios tecnológicos mais modernos no controle das fronteiras", como drones, sistemas computadorizados e satélites.

Jungamann afirmou que "compartilhamos nossa mais extensa fronteira com o país-irmão da Bolívia e juntos podemos conseguir saídas e soluções a problemas comuns para reduzir a criminalidade e o confronto ao crime internacional".

Pela fronteira binacional há um fluxo de tráfico de cocaína e maconha, de armas e automóveis.

A Bolívia revelou nos últimos meses que famosos casos de assalto foram realizados por brasileiros ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC), como o roubo em abril da empresa de transporte de valores Brinks e à loja de joias Eurochronos em meados de julho.

O último acabou com a morte de três bandidos, um policial e um refém civil, após um forte tiroteio em Santa Cruz.

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AFP