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(Arquivo) Jovens se apresentam como traficantes de droga e posam com fuzis adesivados com logo da Rio-2016, no Rio de Janeiro, em 20 de agosto de 2016

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Brasil e Bolívia concordaram em fechar durante um mês, e desde a meia-noite até a madrugada, 37 trechos em um segmento de sua longa fronteira para combater o fluxo de criminosos, informou neste sábado uma fonte policial boliviana.

A medida, limitada ao departamento boliviano de Pando, entrou em vigor à meia-noite de sexta, das 00H00 até às 06H00 locais, segundo o coronel Octavio Gutiérrrez, comandante regional da polícia do departamento de Pando, citado pela agência de notícias Fides.

As polícias de Brasil e Bolívia tomaram essa decisão "para evitar a proliferação de crimes em todo o departamento [Pando] e, em especial, na cidade de Cobija [capital]", explicou Gutiérrez.

Tratam-se de "37 pontos considerados fronteiriços. A finalidade é erradicar os crimes de roubos e relacionados ao narcotráfico, como os ajustes de contas", além do tráfico de pessoas, declarou.

Segundo contagens dos jornais, em 2016 foram reportados cerca de 20 sequestros de cidadãos na região, e vários casos de ajustes de contas por tráfico de drogas.

A medida foi adotada dias depois de um gabinete de ministros dos dois países acordar em Santa Cruz ações comuns em Inteligência e controle aéreo contra o crime organizado que opera em uma extensa fronteira comum de 3.400 quilômetros, entre eles o segmento que corresponde a Pando.

Pela fronteira binacional há um fluxo de tráfico de cocaína e maconha, de armas e automóveis.

A Bolívia revelou nos últimos meses que conhecidos casos de roubos foram realizados por brasileiros ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), como o roubo em abril da empresa de transporte de valores Brinks e à loja de joias Eurochronos em meados de julho.

O último acabou com a morte de três bandidos, um policial e um refém civil, após um forte tiroteio em Santa Cruz.

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AFP