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Manifestantes participam de protesto pela morte do jornalista paraguaio Pablo Medina, em Asunción, no dia 6 de março de 2015

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O ex-prefeito da localidade paraguaia de Ypejú Vilmar Acosta Márques será extraditado do Brasil para o Paraguai para responder à acusação de assassinato de um jornalista, informou nesta terça-feira a chancelaria em Assunção.

A decisão de extraditar Acosta Márques foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil. O motivo do crime seria uma matéria sobre assassinatos, tráfico de drogas e corrupção atribuídos ao ex-prefeito de Ypejú (500 km a nordeste de Assunção).

Acosta Márques é acusado de ser o mandante da morte do jornalista Pablo Medina, que trabalhava no jornal ABC, um dos principais do país.

O crime contra o jornalista ocorreu no dia 16 de outubro de 2014, em uma estrada de Curuguaty, 300 km a nordeste de Assunção.

Acosta Márques está detido em Campo Grande. A chancelaria destacou o "valor da decisão unânime do Supremo Tribunal de acolher a totalidade das provas apresentadas pelo Estado paraguaio".

"Hoje é um dia importante para a justiça paraguaia contra a impunidade. Sempre acreditamos no trabalho dos nossos promotores e nas evidências obtidas para sustentar que Acosta foi o autor intelectual do assassinato de Pablo Medina", disse o procurador-geral do Estado, Javier Díaz.

AFP