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Horacio Cartes, presidente do Paraguai, em foto de julho de 2015

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O Brasil busca esclarecer o quanto antes os incidentes na fronteira envolvendo militares na semana passada, qualificados pelo Paraguai como "fatos graves" contra sua soberania, revelou nesta terça-feira o embaixador brasileiro Eduardo Felicio, após dar explicações na chancelaria em Assunção.

Eduardo Felicio relatou ao chanceler paraguaio, Eladio Loizaga, a investigação "para obter informações visando esclarecer os fatos" desta incursão na fronteira envolvendo efetivos da Marinha brasileira.

O diplomata disse à imprensa que o governo brasileiro está reagindo com celeridade, "uma prova de que queremos resolver o tema o mais rapidamente possível".

"Há todas as garantias de que nossa cooperação vai prosseguir, especialmente no combate aos crimes multinacionais na fronteira, ao tráfico de drogas e ao contrabando, e é isto que interessa".

No domingo, o governo do presidente Horacio Cartes apresentou um protesto formal ao Brasil, após convocar o embaixador brasileiro em Assunção.

Os incidentes envolvendo supostos contrabandistas ocorreram no lago Itaipu, e foram qualificados por Assunção de "fatos graves que afetam a soberania do Paraguai".

Os militares brasileiros que teriam entrado no território paraguaio participavam da "Operação Agatha" de combate ao contrabando, segundo fontes oficiais.

Os brasileiros teriam perseguido e atirado contra supostos contrabandistas na região de Puerto Adela, um conhecido ponto de contrabando sobre o lago Itaipu.

A Operação Agatha, realizada anualmente pelas Forças Armadas do Brasil, envolve todas as fronteiras do país.

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AFP