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Brasil nega participação em ataque a destacamento militar na Venezuela

Ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 23. dezembro 2019 - 15:49
(AFP)

O governo brasileiro negou, nesta segunda-feira (23), o envolvimento no ataque no domingo a um destacamento da Força Armada venezuelana no sul do país, em resposta às acusações do governo chavista.

"O Brasil nega qualquer envolvimento no episódio", declarou o Itamaraty, sem dar mais detalhes.

O governo de Nicolás Maduro atribuiu o ataque, que deixou um militar morto e seis detidos, a opositores treinados em "acampamentos paramilitares" da Colômbia e apoiados por autoridades do Brasil e do Peru.

"Receberam a colaboração do governo de Jair Bolsonaro", frisou o ministro venezulano da Comunicação, Jorge Rodríguez.

Vários jornais locais noticiaram mais cedo que o episódio aconteceu em Gran Sabana, uma das principais zonas turísticas do país, no estado Bolívar, que faz fronteira com o Brasil.

Apoiados por um grupo de indígenas, os agressores tomaram um destacamento militar e um posto policial, levando mais de 100 fuzis, de acordo com o portal on-line El Pitazo.

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