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O representante do PNUD no Brasil, Jorge Chediek

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O Brasil subiu uma posição no Índice de Desenvolvimento Humano de 2013, e ocupa o 79º lugar, segundo o relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano 2014 (PNUD), divulgado nesta quinta-feira.

O índice, calculado tendo como base três dimensões (vida longa e saudável, educação e padrão de vida decente), conta com 187 países.

De acordo com os números divulgados nesta quinta-feira, em 2013 o Brasil acumulou um índice de 0,744, em uma escala que vai de 0 a 1.

Com esse número, o Brasil supera o IDH calculado para os países de Alto Desenvolvimento Humano (0,735), grupo do qual o país faz parte, e o IDH médio da América Latina e do Caribe (0,740).

Segundo a ONU, em três décadas "os brasileiros ganharam 11,2 anos de expectativa de vida, viram a renda aumentar em 55,9% enquanto, na educação, a expectativa de anos de estudo para uma criança que entra para o ensino em idade escolar cresceu 53,5% (5,3 anos) e a média de anos de estudo de adultos com 25 anos ou mais subiu quase 176,9% (4,6 anos)".

"É importante notar o reconhecimento do Relatório 2014 às políticas anticíclicas adotadas pelo Brasil ao longo dos últimos anos, constituindo exemplos concretos para a redução das vulnerabilidades e a construção da resiliência entre os brasileiros, principalmente os mais desfavorecidos", explica Jorge Chediek, coordenador residente do Sistema ONU no Brasil e representante residente do PNUD no país.

Neste ano, as duas extremidades da lista permaneceram inalteradas. A Noruega lidera o ranking, com um índice de 0,944, seguida por Austrália, Suíça, Holanda, Estados Unidos e Alemanha.

Por outro lado, o Níger ocupa a última posição, com apenas 0,337 acumulados, pouco atrás de República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Chade e Serra Leoa.

AFP