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(Arquivo) Brigitte e Emmanuel Macron

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Brigitte Macron, mulher do presidente francês, Emmanuel Macron, disse que quer assumir plenamente seu papel público, ao dar sua primeira entrevista desde as eleições de maio, na qual também fala abertamente sobre sua relação.

Nessa entrevista exclusiva à revista Elle, a ex-professora de Ensino Médio, de 64 anos, assume sem complexos os 25 anos que a separam de seu ex-aluno e marido.

O plano de Emmanuel Macron de criar um status oficial de primeira-dama levantou críticas entre uma parte dos franceses, mas Brigitte Macron garante que assumirá seu papel público.

"Como todas aquelas que me precederam, assumirei meu papel público, mas os franceses saberão quais são os recursos postos à minha disposição", disse Brigitte Macron à Elle, segundo trechos da entrevista que será publicada nesta sexta (18).

Em lugar de criar um cargo oficial de primeira-dama, a Presidência redigirá uma carta de transparência que especificará as missões e os recursos, com os quais Brigitte contará.

"Publicaremos minhas reuniões e compromissos na página da Presidência na web para que os franceses saibam exatamente o que eu faço", disse, acrescentando que "o importante é que tudo esteja muito claro".

Na França, não está oficialmente definido o âmbito de ação do cônjuge do chefe de Estado, nem os recursos de que dispõe. Na prática, porém, há tempos conta-se com gabinete, colaboradores e um serviço de proteção subordinados ao orçamento do Eliseu.

A carta de transparência será publicada nos próximos dias, confirmando a situação atual de Brigitte Macron. Ela já conta com três colaboradores.

Na entrevista, Brigitte Macron também falou de sua história de amor com Emmanuel, que foi seu aluno em um instituto de Ensino Médio de Amiens, ao norte.

"Quando leio coisas sobre nós, tenho a impressão de ler a história de outras pessoas", comentou.

"Mas nossa história é tão simples", acrescentou.

Apesar das complicações que tiveram de enfrentar para estarem juntos - a mãe de três filhos era casada quando se apaixonou por Macron -, diz não se arrepender de nada.

"Se não tivesse tomado essa decisão, teria perdido minha vida", afirmou.

"O único defeito de Emmanuel Macron é que é mais jovem do que eu", disse ela, em tom de brincadeira.

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AFP