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Bruxelas autoriza comercialização de vacina contra ebola

(Agosto) Funcionários do Ministério da Saúde do Sudão do Sul simulam um surto de ebola em Juba afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. novembro 2019 - 20:29
(AFP)

A Comissão Europeia autorizou nesta segunda-feira (11) a comercialização de uma vacina contra o ebola, que permitirá uma distribuição maior deste produto, já utilizado em um protocolo destinado a pessoas com maior risco de infecção.

Após a aprovação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), o Executivo comunitário concedeu a primeira autorização no mercado da União Europeia da Ervebo, a vacina desenvolvida pelo laboratório Merck, afirmou a instituição.

Desde o começo da epidemia na República Democrática do Congo, em 2018, que deixou 2.150 mortos, "mais de 236 mil pessoas foram vacinadas" com ela, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre elas 60 mil trabalhadores de saúde.

Esta vacina, cujo nome experimental é rVSV-ZEBOV-GF, foi administrada com base em um procedimento que permite que um tratamento de emergência seja utilizado antes de sua comercialização ser autorizada.

Outra vacina, a Ad26-ZEBOV-GP, está passando por testes clínicos na República Democrática do Congo pela subsidiária belga da Johnson & Johnson, com o apoio do programa Horizonte 2020, segundo a Comissão.

"Encontrar uma vacina o mais rápido possível (...) é uma prioridade para a comunidade internacional, já que o ebola afetou a África Ocidental há cinco anos", disse o comissário de Saúde, Vytenis Andriukaitis, chamando a decisão desta segunda-feira de um "avanço importante".

A atual epidemia de ebola é a segunda na República Democrática do Congo desde 1976 e a segunda mais grave da história, apenas atrás da que deixou 11.000 mortos na África Ocidental em 2014.

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