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Estrela do rock libanês Hamed Sinno é um dos que aparecem no vídeo para dizer aos companheiros LBGT que 'vocês não estão sozinhos'

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"Combater os mitos e romper o isolamento": duas ONGs lançaram, nesta segunda-feira (16), no Líbano, uma campanha "positiva" que transmite testemunhos, convocando homossexuais, bissexuais e trans do mundo árabe a se aceitarem e a reivindicarem seus direitos.

Dirigida pela Human Rights Watch (HRW) e pela Fundação Árabe pelas Liberdades e pela Igualdade (AFE), a campanha "No longer alone" ("Nunca mais sozinhos") se baseia em um informe com depoimentos de 34 ativistas lésbicas, gays, bi e trans (LGBT) de 16 países árabes, incluindo vídeos divulgados na Internet.

Com uma abordagem "positiva", segundo a HRW, o relatório faz um balanço da luta pelos direitos LGBT nos países árabes, onde a homossexualidade é considerada um desvio e até mesmo crime, punido com a prisão.

Em alguns países, como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, a homossexualidade pode ser sancionada com pena de morte. Nesse contexto, apenas o Líbano parece oferecer um respeito pela comunidade, ainda que muito relativo, já que as batidas policiais, às vezes, dirigem-se a bares e outros estabelecimentos pró-LGBT.

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AFP