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Canadá acolhe Grupo de Lima sobre Venezuela e promete ajuda por US$ 40 milHÕES

Primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, junto com o misnitro das Relações Exteriores peruano, Nester Francisco Popolizio Bardales (E), e a ministra Canadense de Exteriores, Chrystia Freeland, na abertura em Ottawa, em 4 de fevereiro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 04. fevereiro 2019 - 20:00
(AFP)

O Canadá anunciou nesta segunda-feira (4) o envio de ajuda humanitária para a Venezuela por cerca de 40 milhões de dólares, ao receber seus aliados do Grupo de Lima em Ottawa em uma reunião "de urgência" para debater a situação no país.

A ajuda busca "responder às necessidades mais urgentes dos venezuelanos no terreno, principalmente os mais de três milhões de refugiados", disse o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, ao inaugurar o encontro.

"A maior parte desses fundos irá para parceiros confiáveis e países vizinhos, para ajudá-los a apoiar a Venezuela e os venezuelanos", afirmou.

"Hoje, o Grupo de Lima envia uma mensagem clara de apoio ao povo venezuelano no momento em que eles estão trilhando seu próprio futuro", acrescentou.

O Grupo de Lima, um bloco de países latino-americanos e o Canadá criado em 2017 para promover uma solução pacífica para a crise venezuelana, se reúne para discutir como apoiar o autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, em seu pulso pelo poder com o presidente Nicolás Maduro.

Guaidó, presidente do Parlamento, se autoproclamou presidente interino em 23 de janeiro, depois que o Legislativo declarou "ilegítimo" o segundo mandato de Maduro, iniciado em 10 de janeiro, após eleições fraudulentas, de acordo com a oposição e 50 países.

A Venezuela "está perto de alcançar o retorno da liberdade", disse Guaidó em uma mensagem de vídeo transmitida em uma tela gigante para os ministros das Relações Exteriores do Grupo Lima, dizendo que esperava a realização de "eleições livres e justas o mais rápido possível para restaurar a democracia".

Trudeau conversou com Guaidó por telefone no domingo e, segundo seu gabinete, ambos concordaram que a comunidade internacional deve enviar um mensagem clara em relação à "ilegitimidade" de Maduro e "ressaltaram a importância de celebrarem eleições presidenciais livres e justas".

O recurso de ajuda canadense será destinado a fornecer serviços de assistência alimentar de emergência, atenção médica, água e saneamento, educação e proteção para as pessoas mais afetadas pela crise.

O Canadá também colaborará em monitorar e informar sobre a situação de direitos humanos na Venezuela.

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