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Operários dão os retoques finais no prédio da embaixada americana em Havana, às vésperas de sua inauguração no Malecón, a avenida beira-mar da capital cubana, em 7 de agosto de 2015

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O Canadá decidiu repatriar as famílias de seus diplomatas em Cuba depois de eles terem reclamado, no ano passado, de fortes enxaquecas e outros sintomas pouco habituais, anunciou nesta segunda-feira (16) o governo de Justin Trudeau.

Os Estados Unidos repatriaram em setembro do ano mais da metade dos funcionários de sua embaixada em Havana e seus familiares por mal-estares parecidos.

Em 2017, seis canadenses apresentaram sintomas como "pertubação momentânea, dores de cabeça e dificuldades para se concentrar", informou o ministério das Relações Exteriores canadense em comunicado.

"A causa continua sendo desconhecida, mas poderia obedecer a ações humanas", informou a chancelaria, sem mencionar pistas e avaliando a atual "relação positiva e construtiva com Cuba".

"Em função dessa incerteza (...) os diplomatas canadenses em função em Cuba não estarão acompanhados de suas famílias" e ficarão a disposição "nas próximas semanas" para organizar a repatriação, informou.

Segundo o governo de Trudeau, que "continua investigando" os fatos, nenhum novo sintoma foi declarado desde o outono boreal de 2017. "As famílias dos diplomatas que voltaram ao Canadá continuam sofrendo os sintomas", apontou.

"Em alguns casos, esses sintomas pareceram diminuir de intensidade antes de reaparecer", ressaltou a chancelaria canadense.

O governo do país norte-americano fez "uma avaliação ambiental" de seus locais diplomáticos na capital cubana, com a realização de exames de qualidade do ar e da água. Os resultados obtidos em março não permitiram identificar nenhum fator "que pudesse indicar uma causa" para esses mal-estares, informou Ottawa.

Havana nega formalmente qualquer envolvimento no caso.

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AFP