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(Arquivo) A ministra de Relações Exteriores canadense, Chrystia Freeland

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O Canadá impôs sanções, nesta sexta (3), a 52 funcionários e militares de alto perfil do Sudão do Sul, da Rússia e da Venezuela por violações dos direitos humanos e por corrupção, no âmbito de uma lei que honra a memória do falecido advogado russo Serguei Magnitski.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e membros de seu governo enfrentam novas sanções, assim como 30 russos envolvidos em uma fraude fiscal de US$ 230 milhões descoberta por Magnitski em 2008.

A Venezuela reagiu ao anúncio do Canadá, denunciando uma "vergonhosa subordinação" aos Estados Unidos.

"Triste papel o que o governo canadense passou a desempenhar: absoluta e vergonhosa subordinação ao governo Donald Trump", tuitou o ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza.

As medidas também atingem três funcionários do governo e militares do Sudão do Sul, acusados de se beneficiarem de atos de corrupção, ou de apoiarem ataques contra defensores dos direitos humanos.

A ministra canadense das Relações Exteriores, Chrystia Freeland, disse que a decisão "envia uma clara mensagem de que o Canadá tomará medidas contra indivíduos que se beneficiem de atos significativos de corrupção, ou que estejam envolvidos em graves violações dos direitos humanos".

As sanções incluem o congelamento de bens dos indivíduos afetados no Canadá e "declara as pessoas na lista inadmissíveis" no país.

A Lei de Justiça para Vítimas de Funcionários Estrangeiros Corruptos foi aprovada em 18 de outubro.

Conhecida como "Lei Magnitski", em homenagem ao advogado russo morto na prisão, após denunciar um escândalo financeiro na Rússia, também prevê sanções econômicas a funcionários russos suspeitos de estarem envolvidos em sua morte.

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AFP