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O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau visita a Cidade do México, no dia 13 de outubro de 2017

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O Canadá quer "aumentar a pressão" sobre o governo de Nicolás Maduro - declarou a chanceler Chrystia Freeland, nesta sexta-feira (20), anunciando que o país será anfitrião de uma reunião de países americanos em busca de uma solução para a crise na Venezuela.

A reunião do "Grupo de Lima" será na próxima quinta (26), em Toronto, disse Freeland, dias depois de Maduro lançar virulentas críticas a Ottawa.

"O Canadá está muito preocupado com a deterioração da situação política e econômica na Venezuela", afirmou a ministra das Relações Exteriores em um comunicado.

Segundo ela, o encontro tem como objetivo acentuar "a pressão sobre o regime de Maduro".

"Nosso objetivo é claro: nós queremos implementar uma solução pacífica para a crise e para o restabelecimento da democracia e do respeito aos direitos humanos para todos os venezuelanos", acrescentou a ministra.

Essa será a terceira reunião do grupo, constituído em agosto, em Lima, e integrado por Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru.

Na última terça (17), o Canadá criticou as "muitas irregularidades" nas eleições regionais de domingo na Venezuela, ressaltando que "levantam preocupações significativas e legítimas sobre a validade dos resultados". O partido de Maduro ficou com 18 dos 23 governos em jogo.

Em resposta, o presidente venezuelano declarou que não lhe interessa que o "governo estúpido do Canadá" questione a validade dos resultados.

Há um mês, o Canadá seguiu os Estados Unidos na imposição de sanções contra Maduro e contra outras 39 pessoas de seu entorno.

A Venezuela está há vários meses mergulhada em uma profunda crise política, após o colapso de sua economia altamente dependente do petróleo. Nos últimos três anos, o preço da commodity despencou.

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AFP