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Integrantes da polícia técnica investigam cena de crime em uma fazena em Antioquia, COlômbia

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As autoridades colombianas, com o apoio da Interpol, capturaram em Bogotá José Esteyman Poveda, suposto integrante do Clã do Golfo, cuja extradição é solicitada pela justiça brasileira por tráfico de drogas, informou a polícia neste sábado.

Segundo a instituição, Poveda, conhecido pelo codinome "Provenzano", teria integrado a organização criminosa de Daniel Barrera, conhecido como "El Loco Barrera", extraditado para os Estados Unidos em 2013, e "atualmente seria chefe internacional do narcotráfico, associado ao denominado Clã do Golfo".

A operação foi realizada por membros da Direção da Procuradoria Especializada Antinarcóticos, com o apoio da polícia internacional, a Interpol, no populoso bairro de Lijacá, no norte da capital colombiana.

A polícia informou que Poveda seria encarregado de "articular atividades de narcotráfico nos departamentos (estados) de Cundinamarca e Meta, assim como de alianças internacionais com a Bolívia e o Brasil e o controle de rotas para o envio de cocaína".

O Clã do Golfo, autodenominado Autodefesas Gaitanistas da Colômbia (AGC), surgiu após a desmobilização maciça de paramilitares sob o governo de Álvaro Uribe entre 2003 e 2006, em um processo que, em troca, lhes oferecia benefícios legais mas que, em alguns casos, deu origem a grupos criminosos.

Segundo as autoridades, esta organização criminosa é responsável pelo envio de centenas de toneladas de cocaína ao exterior.

A Colômbia é o principal produtor de cocaína do mundo, com 646 toneladas em 2015, segundo um informe recente do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

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AFP