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O líder opositor venezuelano Henrique Capriles, em Caracas, em 12 de junho de 2017

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A polícia do estado de Miranda, governado pelo líder opositor venezuelano Henrique Capriles, sofreu uma intervenção nesta segunda-feira por supostos vínculos com "redes criminosas", informou o ministro do Interior e da Justiça, Néstor Reverol.

"Fica oficializada a intervenção do corpo de Polícia do estado de Miranda depois de avaliar os resultados da investigação", escreveu Reverol em seu Twitter.

"Há elementos suficientes de convicção que supõem a participação de funcionários em violações dos direitos humanos e em redes criminosas", acrescentou o ministro.

O vice-ministro do Sistema Integrado de Polícia, Edylberto Molina, explicou que a intervenção contempla que cinco funcionários do Ministério do Interior realizem uma auditoria da polícia que durará 180 dias.

Durante o processo, estes funcionários assumem a direção do organismo, que continuará funcionando, como ocorreu antes com a Polícia de Chacao.

Capriles qualificou o ocorrido em sua conta do Twitter como "ataque político".

"Querem usar a nossa instituição para violar os direitos humanos. Peço aos funcionários que não obedeçam ordens que vão contra a Constituição", expressou em coletiva o opositor, que no fim de abril foi inabilitado politicamente pela Controladoria após ser vinculado a irregularidades administrativas.

Em 30 de maio de 2016, o ex-ministro do Interior Gustavo González anunciou a intervenção da Polícia de Chacao por supostas ligações com "organizações criminosas".

A Polícia de Chacao, município também governado pela oposição e onde se concentram principalmente as manifestações contra Maduro, continua com a intervenção.

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AFP