Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Arquivo) O emir do Catar, Tamim bin Hamad al-Thani

(afp_tickers)

O emir do Catar declarou nesta terça-feira que seu país estava "mil vezes melhor sem" os Estados árabes que romperam relações e impuseram um embargo a Doha há cinco meses.

Em um discurso feito na assembleia consultiva chamada Majlis Al Shura, o xeque Tamim bin Hamad Al Thani afirmou que seu governo implementou os planos de emergência diante da perspectiva de que a crise do Golfo se prolongue.

"Não tememos o boicote dos países do bloqueio e estamos mil vezes melhor sem eles", disse, acrescentando que o governo continua "vigilante".

O jovem emir informou que seu governo trabalha em um "certo número de projetos para a segurança alimentar" e que está "prestando especial atenção à água".

Irã, Turquia e Espanha ajudaram o Catar em seus importações de alimentos desde que começou a crise do Golfo.

Essa crise teve início em 5 de junho, quando a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein e o Egito romperam as relações diplomáticos com Doha e fecharam as fronteiras com o pequeno emirado, acusado de apoiar grupos extremistas e de se aproximar do Irã.

O Catar negou as acusações, afirmando que seus adversários querem colocar sua política externa "sob tutela". A crise perdura desde então, sem perspectivas de solucionar-se, apesar das tentativas de mediação por parte do Kuwait e dos Estados Unidos.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP