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Centenas de bolivianos, repatriados do Chile, voltam para casa após quarentena

Bolivianos bloqueados no Chile devido ao novo coronavírus são levados para a fronteira boliviana, em Iquique, em 20 de abril de 2020. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. abril 2020 - 19:49
(AFP)

Um total de 841 bolivianos repatriados do Chile voltavam para suas casas em diferentes regiões do país nesta segunda-feira (27), ao final de 14 dias de quarentena pelo novo coronavírus, informou uma funcionária do setor de imigração.

Um grupo de 446 pessoas estava na cidade boliviana de Pisiga, na fronteira entre os dois países. Outros 395 repatriados cumpriram a medida sanitária no porto de Iquique, norte do Chile, disse à AFP Shirley Jiménez, diretora do departamento de imigração de Oruro (sudoeste).

"Enviamos 10 ônibus com 446 bolivianos para suas regiões e também estamos repatriando outros 395. Todos eles cumpriram os dias de quarentena", disse a funcionária.

Jiménez, que está na área de fronteira, também anunciou que 450 pessoas provenientes do Chile devem chegar na terça e na quarta-feira e "ficarão em quarentena por 14 dias, a partir do dia em que chegarem".

A Bolívia decretou, há um mês, uma quarentena para conter a expansão do novo coronavírus, que até o momento infectou 950 pessoas e causou 50 mortes no país.

As fronteiras estão fechadas, assim como o espaço aéreo. Somente bolivianos estão autorizados a entrar no país, embora precisem completar duas semanas de vigilância epidemiológica.

Jiménez disse que, desde que a emergência nacional de saúde entrou em vigor, "1.500 a 1.600 bolivianos" retornaram do Chile, que representam o maior grupo de repatriados.

O processo, no entanto, não transcorreu sem conflitos. Na tentativa de abrir uma rota de entrada, centenas de bolivianos entraram em confrontos com militares na fronteira.

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